O Coroado não é periferia de Manaus. O Coroado é o centro de uma outra forma de fazer política. Leia o manifesto completo e assine para somar seu nome à nossa base.
O Coroado não é periferia de Manaus, assim como o Amazonas não é a periferia do Brasil. O Coroado é o centro de uma outra forma de fazer política.
É no bairro que carrega esse nome — Coroado, Zona Leste, gente que resiste às cheias e às secas do rio, que enfrenta o descaso e segue plantando, ensinando, cuidando e criando — que nasce este coletivo. Um coletivo formado por quem já morou lá dentro, quem cresceu entre a mata e o concreto, quem sabe que o Amazonas não pode continuar sendo defendido só por gente de fora, enquanto quem vive aqui assiste passivamente.
Por isso, o Coletivo Coroado anuncia hoje três pré-candidaturas que nascem de uma mesma raiz e caminham juntas rumo a três frentes de luta:
Nete Protetora, para Deputada Estadual. Bióloga, mulher que transformou a dor da perda da própria irmã, vítima de feminicídio, em compromisso com a vida. Sua trajetória vem da causa animal, do feminismo e do ecossocialismo — da convicção de que defender um animal abandonado na estrada e defender uma mulher em risco são parte da mesma luta contra o descaso. Na Assembleia Legislativa, vai levar a pauta que já constrói nos abrigos, nos grupos de proteção animal e nas articulações de mulheres do Amazonas: fiscalização, castração, educação e políticas públicas que tratem os animais — e quem cuida deles — como parte da natureza que somos.
Professor Welton Oda, para Deputado Federal. Professor, biólogo, ecólogo, uma vida inteira dedicada à educação pública, popular, decolonial e amazônica. Sabe que sustentabilidade é discurso enquanto BR-319, garimpo, grilagem, agronegócio e datacenters sedentos de água seguem avançando sem fiscalização. Vai levar a Brasília o que aprendeu na universidade e na floresta: que a Pachamama é organismo vivo, que a reforma agrária ainda não foi feita, que a força para conter esse avanço vem da organização dos povos da floresta — e que essa força precisa de representação no Congresso.
Professora Evany, para o Senado. Professora, artista, mestra e doutora, uma trajetória construída entre a educação e a cultura. Sabe que o financiamento da cultura não chega à população porque a elite não quer que chegue — financiamentos mal distribuídos, que atingem somente certos grupos privilegiados pelo Poder Público, tentam ocupar o espaço que pertence à cultura popular, indígena, afrobrasileira e LGBTQIA+ da nossa cidade. No Senado, vai defender que arte e educação sejam ferramentas de emancipação, não de alienação, e que espaços de verdade sejam criados para quem historicamente foi privado destes.
O que nos une
Três pessoas, três cargos, uma só raiz: o Coroado, e a certeza de que meio ambiente, cultura e causa animal não são pautas separadas — são a mesma luta, vista de três ângulos.
É a luta contra a exploração que castiga o rio, os animais e as pessoas ao mesmo tempo — o desmatamento que aumenta o número de animais abandonados na cidade, o agrotóxico que intoxica, a seca e a cheia que se tornam extremas, na Amazônia por essa mesma exploração.
É a luta contra o financiamento que privilegia quem já tem espaço, seja na cultura, seja na política, deixando de fora os povos originários, as comunidades tradicionais, as mulheres e a diversidade que de fato formam este estado.
É a luta contra o discurso fácil, contra quem faz da causa animal um espetáculo para curtidas em vez de enfrentar sua raiz, e contra quem trata educação popular e decolonial como ameaça em vez de solução.
Não somos ONG de vitrine, nem pauta emprestada. Somos gente do bairro que estudou, articulou, resistiu — e decidiu que chegou a hora de ocupar três lugares onde essa voz nunca teve peso suficiente.
O convite
Este manifesto é um convite a quem também está cansado de ver a Amazônia, a cultura e os animais sendo defendidos apenas em discurso. É um convite a quem acredita que educação, arte, meio ambiente e cuidado com a vida animal são parte da mesma política — a política que cuida. É um convite para superar as divisões entre os moradores criadas por gente que veio de fora do bairro com a intenção de nos manipular, é um convite para caminhar com o Coletivo Coroado, do bairro para o estado, do estado para o país.
Assine este manifesto. Ocupe espaço com a gente. — Coletivo Coroado — Manaus, Amazonas
Moldura
LEVE O MANIFESTO NA SUA FOTO
Assinar é o primeiro passo. Trocar a foto de perfil é o segundo. Escolha a moldura, ajuste a sua foto e baixe — tudo acontece aqui no seu navegador, nenhuma imagem é enviada para a gente.
Nenhuma foto aindaEscolha uma foto para ver como fica
Arraste a foto dentro do quadro para posicionar. Lembre que o Instagram e o WhatsApp cortam a foto de perfil em círculo.
Moldura selecionada: Nete 50011
Candidaturas
NINGUÉM CONSTRÓI NADA SOZINHO
O Coletivo Coroado nasceu da certeza de que a transformação de verdade não cabe em um mandato isolado. Por isso, decidimos fazer diferente: unimos, numa só chapa, candidatos ao Senado, à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa.
Um problema, três portas de entrada
Quando saúde, mobilidade ou segurança dependem de decisões em níveis diferentes de governo, ter gente nossa em cada uma dessas portas significa não deixar a pauta parada esperando "o outro lado" agir. Enquanto muita gente já votou e sentiu que nada mudou, o Coletivo Coroado responde: porque antes ninguém trabalhava junto. Agora, sim.
Três votos, uma só direção
Na urna, você vai escolher separadamente seu deputado estadual, seu deputado federal e seu senador. São três votos — e é exatamente aí que está a força do Coletivo Coroado: quando você vota nos três nomes da nossa chapa, não está fazendo três escolhas soltas, está apostando num time que já chega articulado, pronto para trabalhar junto desde o primeiro dia.
Do papel para a prática
Uma proposta aprovada na Assembleia Legislativa muitas vezes esbarra em recursos ou decisões que dependem de Brasília. Com o Coletivo Coroado, essa ponte já está construída. Isso significa menos promessa vazia e mais projeto que sai do papel.
Um mandato começa na urna. O nosso já nasce em rede.
Deputada Estadual
Nete Protetora
Bióloga, mulher que transformou a dor da perda da própria irmã, vítima de feminicídio, em compromisso com a vida. Sua trajetória vem da causa animal, do feminismo e do ecossocialismo: defender um bicho abandonado na estrada e defender uma mulher em risco são parte da mesma luta contra o descaso.
Professor do Departamento de Biologia da UFAM, licenciado em Ciências Biológicas pela mesma instituição, Mestre em Ecologia pelo INPA e Doutor em Educação Científica e Tecnológica pela UFSC. Uma vida dedicada à educação pública, popular, decolonial e amazônica, à pesquisa e à organização coletiva.
Arte educadora. Formada pela UFAM em Educação Artística, com Especialização em História e Crítica da Arte, Mestrado em Sociedade e Cultura na Amazônia e Doutorado em Artes e Design pela PUC-Rio. Pesquisadora da história da cidade e do patrimônio urbano de Manaus, professora e escritora.
Em 2026, o Coletivo Coroado leva para as urnas três mandatos que nasceram do território: uma deputada estadual, um deputado federal e uma senadora que carregam a floresta, o bairro e a luta animal para dentro da política.
Sabemos que não competimos em pé de igualdade. Enquanto outras candidaturas contam com fundo partidário robusto e doações de grandes empresas, o Coroado se sustenta de outro jeito: com quem acredita que território que se organiza e comunidade que decide junto valem mais do que qualquer verba milionária.
Por isso, sua contribuição mensal não é só dinheiro, é a prova de que dá para fazer política diferente, com transparência e as mãos na terra. Cada real ajuda a equilibrar essa disputa desigual e a manter de pé quem sempre lutou ao seu lado.
Apoie pelo Apoia.se
Escolha um valor mensal recorrente. Você pode cancelar quando quiser, direto pela plataforma.
Quem não pode ir para a rua todo dia pode ocupar o feed. Nesta pasta ficam as artes, os textos e as peças da campanha, prontos para baixar e publicar. Tudo aberto, atualizado toda semana.
REDES SOCIAIS
Posts para o feed
Artes e carrosséis por tema: causa animal, educação, agroecologia, cultura e moradia.
STORIES
Peças verticais
Formato de tela cheia, com e sem texto, para você repostar ou gravar por cima.
WHATSAPP
Materiais para grupos
Imagens leves, áudios e mensagens curtas para encaminhar em grupos e listas.
A pasta é aberta, não precisa pedir acesso. Baixe, publique e marque o Coletivo Coroado para a gente compartilhar.
Lideranças do campo da esquerda e do PSOL que caminham ao lado das pautas do Coletivo Coroado.
Talíria Petrone
Deputada Federal (PSOL-RJ)
Professora de História e deputada federal pelo PSOL-RJ, referência em direitos humanos e feminismo.
Professora de História, eleita deputada federal em 2018 e reeleita em 2022 com quase 200 mil votos. Foi líder da bancada do PSOL na Câmara dos Deputados e é uma das principais vozes do partido na defesa de pautas feministas e de direitos humanos.
Flávio Serafini
Deputado Estadual e presidente do PSOL-RJ
Sociólogo, professor da Fiocruz e presidente do PSOL-RJ, autor de leis em educação e saúde.
Sociólogo e professor da Fiocruz, deputado estadual pelo Rio de Janeiro e presidente do PSOL no estado. Autor de dezenas de leis em vigor, atua principalmente em educação, saúde pública e direitos sociais.
Paula Coradi
Presidenta nacional do PSOL
Historiadora, professora capixaba e presidenta nacional do PSOL desde 2023.
Historiadora e professora capixaba, eleita presidenta nacional do PSOL em 2023, com mandato até 2026. Prioriza o combate à extrema direita e a ampliação da base social do partido junto aos movimentos sociais.
Professor Aloysio Nogueira
Fundador do PT-AM, PSOL-AM, APPAM/SINTEAM e professor emérito da UFAM
Professor emérito da UFAM e fundador do PT-AM, PSOL-AM e APPAM/SINTEAM.
Tem uma trajetória histórica na organização política, sindical e educacional do Amazonas. Foi vereador de Manaus e é um dos fundadores do PT-AM, do PSOL-AM e da Associação Profissional dos Professores do Amazonas (APPAM), entidade que hoje corresponde ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (SINTEAM). Professor emérito da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).
Ana Lúcia Gomes
Professora do Departamento de Parasitologia da UFAM e presidenta da ADUA
Professora da UFAM e presidenta da ADUA, com atuação na diretoria do ANDES-SN.
Professora do Departamento de Parasitologia da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e atual presidenta da Associação dos Docentes da UFAM (ADUA). Está em seu segundo mandato à frente da entidade e também já integrou a diretoria do ANDES-Sindicato Nacional. Sua trajetória reúne experiência acadêmica, atuação sindical e compromisso com a valorização da educação pública e de seus profissionais.
Jacob Paiva
Professor da Faculdade de Educação da UFAM e dirigente do ANDES-Sindicato Nacional
Professor da UFAM e dirigente do ANDES-SN, referência do movimento docente amazonense.
Importante referência do movimento docente universitário no Amazonas. Professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), já presidiu a Associação dos Docentes da UFAM (ADUA) e atualmente integra a diretoria do ANDES-Sindicato Nacional. Sua trajetória é marcada pela atuação acadêmica e pela organização e defesa dos trabalhadores da educação.
Ismael Farias
Ator de teatro, farmacêutico e produtor cultural
Ator, farmacêutico e produtor cultural, apoiador do teatro de rua no Amazonas.
Ator de teatro, farmacêutico e produtor cultural. Atua com o teatro de rua, sendo um dos grandes apoiadores da Casa Teatro Tauá Caá.
Gleice Oliveira
Historiadora, educadora e uma das fundadoras da APPAM
Historiadora, educadora e fundadora da APPAM, defensora da educação pública e gratuita.
Historiadora e educadora. Foi uma das fundadoras da APPAM. Em atividade, foi uma das mais importantes lideranças do movimento de trabalhadores da educação básica do Amazonas. Atualmente está aposentada e segue lutando na defesa da educação pública e gratuita.
Antônia Helena da Costa
Liderança comunitária do bairro do Coroado
Liderança comunitária do Coroado, atuante na ASSIC e na Biblioteca Comunitária Vilma Palheta.
Importante liderança comunitária do bairro do Coroado, atuando na Associação de Idosos do Coroado (ASSIC), na qual é associada, e também no Grupo de Voluntários da Biblioteca Comunitária Vilma Palheta.
Tatiany Oliveira
Professora de Biologia do IFAM – Campus Centro
Professora de Biologia do IFAM e mestra em Biologia Vegetal pela UFPE.
Tatiany Oliveira é Professora de Biologia do Instituto Tecnológico Federal do Amazonas (IFAM), Campus Centro desde 2014. É Mestra em Biologia Vegetal pela Universidade Federal de Pernambuco (2012).
Márcio Farias
Professor de Ciências – Rede Municipal de Parintins
Professor de Ciências, músico e produtor de recursos educacionais amazônicos. Integra a Caravana da Diversidade.
Márcio Farias é professor de Ciências da rede municipal de Parintins, músico e produtor de recursos educacionais amazônicos e contextualizados. Integra a Caravana da Diversidade.
Olindo Ikahu
Professor de Ciências – Mestrando UFAM
Professor de Ciências e indígena Saterê Mawé. Mestrando em Ensino de Ciências e Matemática pela UFAM.
Olindo Ikahu é Professor de Ciências e indígena Saterê Mawé, atualmente é Mestrando do Programa de Ensino de Ciências e Matemática da Universidade Federal do Amazonas.
Números que mostram por que defender o rio, a mata e quem nela vive é defender o futuro do nosso estado.
80,84%
do desmatamento estimado na Amazônia Legal em 2025 concentra-se no Pará, Mato Grosso e Amazonas. Só em maio de 2025, o Amazonas registrou 142 km² de área desmatada.
Fonte: Nota Técnica Prodes/INPE 2025; CNN Brasil (jun. 2025)
490.935
pessoas indígenas vivem no Amazonas — 29% de toda a população indígena brasileira, distribuídas em 146 terras indígenas (25,5% do total nacional).
Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2022
16 dragas
de garimpo ilegal foram destruídas pelo ICMBio e Funai nos rios Jutaí, Bóia e Igarapé Preto, no município de Jutaí (AM), com seu rastro de mercúrio.
Fonte: ClimaInfo (jul. 2025), com base em reportagens de g1 e R7
96,1%
da população de Santa Isabel do Rio Negro é indígena. Em São Gabriel da Cachoeira, são 93,1%. Dados que desmontam a narrativa de Amazônia “vazia”.
Fonte: Instituto Socioambiental, com base no Censo 2022
Causa animalFeminismoEcossocialismoAgroecologiaPovos tradicionaisCultura popularServiço público
Quer ajudar numa ação, chamar o coletivo para um evento no seu bairro, denunciar um caso de maus-tratos ou entender melhor as nossas pautas? Escreve aqui. Quem responde é gente do Coroado, não robô.